28- No que irá acabar.

    Acho tão interesse seus sumiços, queria saber o que você faz quando não está na praça, quando está se divertindo com seus amigos e eu esperando você passar.
    Acredita que eu me acho tão ridículo a ponto de fazer bobeiras por ti ou por mim mesmo? Você por acaso entendeu o que eu acabei de escrever? Pois bem.
    Eu sou louco. Por você.
    Eu prefiro fugir com você para um futuro sem noção a fugir com alguma pessoa idiota. E esse pessoa idiota deve estar lendo isso aqui agora.
    Eu não presto, e muito menos você presta. Eu sei disso, eu sei a quem é a pessoa que estou amando. Eu sei quem é a peesoa que eu penso estar gostando.
    E se tudo que eu penso está errado?
    Eu preciso sobreviver a cada dia para ver no que isso irá acabar, no que irá se resultar, no que irá acabar.

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27- Viver sem sofrimento.

    Pode existir duas pessoas tão idênticas em um mesmo lugar? Sim pode... mas... chegar no mesmo tempo e mudar de personalidade tão repentinamente?
    Considero-te como X¹ e X², mesmo até pensar que poderia ser a mesma pessoa, e tenho medo disso, muito medo, sou fraco e realista, não tenho medo de assumir que você nunca iurá gostar de mim.
    A letra "L" se foi, mas a personalidade sua ou de X² é a mesma. Como pode ser tão diferente uma hora e a outra mudar? Como?
    Eu quero viver sem sofrer, quero pensar no amanhã, não importa se é ao seu lado, irei sofrer de uma hora ou de outra de qualquer forma.
    E como assim posso gostar dos dois X de uma vez só? Ou o X bem ou o mau, é assim como considero vocês.

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26- Estou com medo;

    O que está acontecendo comigo? O que aconteçeu ontem? Por que tanta curiosidade contigo, o que você tem a ver comigo?
    Eu não quero começar mais um novo amor, não quero sofrer novamente sabendo que não és do tipo de pessoa que combinaria comigo, vejo isso no seu olhar, você me dá medo, quendo te vejo um tremor horrendo começa a percorrer meu corpo.
    Eu estou com medo, estou com medo de começar a gostar de você e num passe de mágicas de perder como meu primeiro amor.
    Estou com medo de você começar a gostar tanto de mim a ponto de me deixar para não sofrer por ti.
    Eu sei que é difícil só escrever e escrever e nunca dizer a você que te amo, mesmo que acreditaria, é inevitável tudo o que sinto.
    E tudo que vai aumentando e aumentando todos os dias sem parar é cansativo, eu fico triste e doente, eu fico cansado e depressivo.
    Estou com medo, ou melhor, tenho medo de você, sua face me deixa agoniado e pensativo.
    Talvez seja isso que faça eu gostar tanto de você.

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25- E o sofrimento seria tão doloroso.

    Por quê demoramos uma eternidade para esquecer a pessoa que amamos? Qual seria o fundamento disso?
    Mas o que acho mais entranho nisso, é que a esquecemos quando menos devíamos esquecer, como por exemplo, você do nada começa a se apaixoanr por outra pessoa.
    Sei que o amor é esquisito, pois ele nos fortalece quando nós o fortalecemos diariamente com um toque no celular da sua pessoa amada e dizendo um belíssimo BOM DIA.
    Sei que possa pensar que tudo isso que escrevo diariamente e posto no blog é total besteira minha, mas agora sabem que sou bem motivado, escrevo quando estou inspirado.
    Porém, triste é saber que você ama tanto aquela pessoa e ela é do tipo que nunca ficaria com alguém como você. É doloroso. Isso está aconteçendo comigo. Mas o dia-a-dia me ajuda a refletir todos os momentos da minha vida do melhor para o pior.
    Eu amo tanto uma pessoa que seria capaz de mudar de cidade para não senti-la mais perto de mim.
    Não quero tentar envolver-me com essa pessoa que eu amo se ela quisesse, eu iria sofrer se ela partisse, eu sei disso muito bem.
    Portanto não desejo a ninguém que fique com a sua pessoa amada, pois pode aconteçer de você sofrer por apenas ficar com ela. E o sofrimento seria tão doloroso.

     - Ainda hoje eu vou postar o #SegundaDoAutor e #TerçaDoAutor, pois ontem eu não tive tempo algum nem de tocar no pc. =]

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24- Já Não Suporto...

    Eu já não suporto mais minha vida;
    Já não posso suportar essa dor que me invade todas as manhãs e quando pego no celular não há nenhuma ligação sua.
    Já não suporto a certeza de que você não me ama, isso é triste.
    Já não suporto mais viver guardando esta mágoa aqui dentro do meu peito se acumulando diariamente, tentando desesperadamente libertar-se para envolver-te de alegria.
    Já não suporto: Seu olhar diferente dos outros... Seu cheiro que nunca provei.
    Sim... estou chorando ao escrever isso, mas de quê te importa? De quê importa todo o sofrimento que estou passando agora? De quê?
    Já não suporto mais essa angústia em querer-te. Não aguento mais tanto amor que sinto por ti, isso chega a me dar nojo.
    Você nem pouco se preocupa comigo.
    Nem ao menos sabe meu nome.
    Porquê dedico as 24hrs dos meus preciosos dias para ti se nem 5 do teu é recíproco?
    Por mais que conseguisse te esquecer eu não quero!
    Por quê? Por que por mais que eu tente tudo que eu sinto por você iria tornar em vão.
    8 meses hein... Se passou tanto tampo né?
    Eu sei, eu era um tremendo idiota por gostar de você e por ainda acreditar que podemos ter algo sério, que pode sim haver algum romance nisso.
    Já não suporto tudo isso...
    Já não suporto...

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23- Disse ver-te ao teu olhar.

Disse ver do teu olhar, um sorriso escancarado me ajudando a acordar todas as manhãs... Pois sem eles não seria ninguém com a certeza absoluta.
As gargalhadas que eu dou ao ouvir tuas boas e ruins palhaçadas... totalmentes idiotas... mas são suas... é o que importa.
E agora já não preciso mais me esconder atrás da porta do meu quarto, com medo da sua reação ao ouvir um TE AMO...
Já não preciso mais de sofrimento e inventar histórias toda a noite com finais perfeitos... pois não sou romancista e muito menos novelista... mas também não sei como seria sem você...
O seu calor...
Sorriso...
Sua aura positiva que transporta de ti para mim, felicidades importantes, fazendo talvez eu compartilhar os mesmos sofrimentos.
A mesma tristeza se compartilha, como já percebestes, você não seria a única pessoa a sofrer, se ligue que o seu sofrimento se divide comigo quando estou ao seu lado amor.
Ah, e o que eu quero dizer com isso?
Que não precisa se esconder de mim para contar seus segredos e costumes...
Sempre terei meus ouvidos dispostos a ouvir-te de ti tudo.
Até mesmo uma rejeição fatal.

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22- Raiva... Sofrimentos e Esquecimentos...

Conseguimos ficar com raiva de pessoas que amamos?
Sim, mas é passageiro.
As vezes o que pensamos é tudo falso...
As vezes o que não pensamos aconteçe.

Queria te dizer que me arrependi de tudo que fiz,
mas não tenho vontade de voltar atrás...
Por que por mais que eu ainda goste de você,
eu não quero sofrer novamente.

Eu não quero mais perder meu tempo com alguém que só diz me amar...
com alguém que só pensa em sexo... com alguém que só diz me amar...
Com alguém que diz que mudaria comigo... E tentamos tudo outra vez...
E o que aconteçe? Pensei que já sabia:
Sem futuro!

Ainda com dificuldades estão me adaptando sem você por perto...
Depois de tanto tempo agora estou sem você...
Depois te tantos anos... sete no máximo né?
Sim... sem você agora será que tem significado minha vida?

Só não queria que a separação fosse igual as outras: tristes.
Acabadas... Sofridas... Com invisiveis contagens de lágrimas limpando as faces...
Com tanto sofrimento manchando e tirando a cor vermelha do meu coração.

Já tento a ti esquecer... Porém tudo é e são sem rumos alguns...
Mas, como eu pensava, eu consegui te esquecer e me dou em braços empurrados tão bem de alguém...
E queria que parasse de falar dela... Se sabe que a amo tanto, por que faz essa dor aumentar e aumentar sem parar?

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21- A Droga:

Eu não tenho amigos...
Mas sou a dama,
que os garotos querem uma dança  no baile comigo.

E olho para o céu...
Sem ter conquistado seu coração...
Para mim cuidar... vigiar... seus sonhos e te abraçar...

Dançar, é o que mais gosto em mim...
amar, é o melhor sentimento sim...
De novo o amor...

Eu sei que ter você...
é a mesma coisa de que...
ter você apenas por uma noite de novo o meu amor e depois partir de novo...
Você mancha o amor...
e não resiste, seu coração é um pequeno monstro...
E sei que você, você tem, um amor de pedra...

Pois eu sei que assim,
eu terei você...
não importa eu sempre pagarei o quanto for
E cuidarei de você...
Como se fosse um pequeno boneco...
E quando se quebrar...
Eu sei que vou chorar...
Mas sei vou resistir por que sempre é o amor...
Pois sempre terá outro...
Que queira me usar...


Rabisco baseado na música Living On The Radio - Lady Gaga. =]

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20- Minha Hora Chegara...


            Enquanto eu estava prestando atenção na minha última jogada, meu coração começou a correr acelerado, não sabia como iria ser a minha vez, mas de uma forma ou de outra iria saber.
            Não aguentava mais viver com teus atos me sobrepondo á um terrível sofrimento, me expondo á um local cheio de iluminação do sol e sem nenhuma sombra para me proteger, me deixando grogue e sabendo que não saberia se acordaria amanhã depois dos seus atos.
            Seus atos e preconceitos se aumentando e consumindo diariamente minha coragem de levantar meu rosto e seguir em frente, enfrentando todos os desafios e inimigos que estavam se colocando na nossa frente para tentar nos derrubar e quiser deixar-nos sozinhos, um sem o outro, um sofrendo sem o outro.
            Os seus princípios me detonando, deixando uma gota sequer de forças para revidar-te a ti.
            E sofrendo calado sem forças até para responder para outras pessoas se estava bem; sem coragem de levantar da cama e enfrentar mais uma vez algum dia; sem coragem para pegar na mão de uma pessoa e cumprimentá-la.
            Eu estava sofrendo, sofrendo e me acabando.
            Porém, tudo tem um porém.
            Certo dia eu tinha descoberto que minha hora chegara, e não ia fazer questão de proporcionar questões para a morte não levar-me.
            Segurei o meu peito com a mão esquerda e suspirei de alívio, lembrando dos temores e passeios que tive contigo, e me lembrei, pela última vez, das felicidades que você me fez passar, e um sorriso brotou em meu rosto, e um sorriso me fez feliz novamente, derramando lágrimas de sofrimento desperdiçadas que me fizeram lembrar você e como você era antes.
               E a sua voz pedindo para eu não fazer isso, derrubando a porta de casa e me fitando desesperadamente, se ajoelhando na minha frente e pedindo desesperadamente o meu perdão, desesperadamente coragem suficiente e implorando que não fizesse aquilo.
            Porém já era tudo tarde demais, enfiei a ponta prateada e ela começou a cortar minha pele, sem tempo para aquela pessoa poder tirar, eu olhei para ela e disse, sem pena alguma e sabendo que talvez nem fosse pensar nisso, um sorriso iluminando o meu rosto, acalmando e encorajando a seguir em frente:
            -Eu sabia que você iria voltar a ser a minha querida pessoa, te amo como ninguém nunca lhe amou.
            Todas as pessoas sabem quando sua hora chega, e a minha chegara naquele momento.
            A escuridão começou a aparecer e apertar a minha visão, aparecendo slides de fotos dos momentos mais felizes com a criatura de deus que mais amei na minha vida, não importasse o problema que ela tinha e o problema que iria ter, eu sempre amei, amo e amaria aquela pessoa, importasse o que importasse.

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19- Era dia 7 de outubro,

       Ana se lembrava bem. Como em todos os outros dias, ela se levantou, entrou embaixo do chuveiro, lavou seus cabelos, colocou uma roupa, comeu algo e foi pra escola. Quando a garota chegou em casa, abriu seu MSN. Um convite novo. ‘Aceite’, pensou ela. Foi por sua intuição, sempre ia. Era um garoto, chamado Bruno. Os dois começaram a conversar. Com o tempo descobriram que gostavam das mesmas bandas, das mesmas comidas, do mesmo tudo.
Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota, em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra.
Eles começaram a conversar mais e mais. Cada dia mais, cada vez mais. A mãe de Ana achou que estava viciada em internet, o que realmente estava. Ela estava certa, Ana não podia contrariá-la. A garota era apenas muito preocupada com seu futuro, não deixava de fazer lições de casa para entrar no computador. Mas assim que acabava, ligava logo o aparelho.
Era também o caso de Bruno.
O garoto sempre que chegava da escola deixava o computador ligado, com o Messenger aberto. Desligava a tela do computador, e fazia a lição. Sempre tinha pouca, então ficava esperando Ana, até 6 da tarde, que era quando a garota entrava, mais ou menos.
Os dois começaram a conversar aos 17 anos, e foi assim. No começo dos 18 anos, aconteceu a coisa mais esperada pras amigas de Ana (sim, porque as amigas sabiam de tudo, e esperavam há cerca de 9 meses algo acontecer): Bruno a pediu em namoro.
E foi assim, se conheceram por um computador, namoravam por um computador. O que os dois tinham era maravilhoso. Uma coisa que as amigas de Ana jamais haviam experimentado, ou ouvido falar. Nem mesmo na ‘vida real’. Eles confiavam um no outro mais que qualquer casal que todas as amigas de Ana já tinham visto, ou ouvido falar. Isso requer, realmente, muita confiança. E eles se amavam. Quando as amigas de Ana passavam o dia na casa da garota, elas viam a conversa. Elas conseguiam sentir o amor.
Eles estavam completa e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo.
- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. A gente vai se reencontrar. E ai, vamos ficar juntos pra sempre.
Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. Bom, agora a ‘maldita inclusão digital’ se transformou na melhor maldita inclusão digital.
O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir.
O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.
- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana.
Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam.
Eles se amavam muito, mais que qualquer pessoa que as amigas e amigos do casal já tinha visto. Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada.
Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal.
- Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.
- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse.
- Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como o seu.
Vocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu tenho até nojo de ficar no quarto com você quando você ta conversando com ele. É um amor que se espalha no ar, que nossa senhora! Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota.
- Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.
Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra?
Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar.
A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração.
Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano.
Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.
- Olha, eu tenho que conversar com você.
- Diga. – Bruno sorriu.
- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas.
Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.
Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).
- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.
- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.
A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar.
Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.
Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.
Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.
Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.
- Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.
- Que foi, Any? – Bruno sorriu.
- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!
- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.
- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.
Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.
- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.
- Desculpe. Você é Bruno, certo?
- Certo.
- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.
A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.
Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.
- Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.
Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras.
Após isso, entregue a segunda carta para Ana quando ela acordar. E quando a noticia da minha morte chegar, entregue a terceira para os meus pais."
Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo.
Eu te amo !
PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"
Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.
Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.
Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal,
O coração do homem de sua vida batia dentro dela.

Alguém chorou? i.i, isso é f#da meu, eu chorei pakas asuhasuhasuas, o texto foi retirado DESSA comunidade, quem quiser seguír ela é só apertar lá, e chorar mais uma vez. uashususa'

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18- Desculpe-me.

Minhas sinceras MIL DESCULPAS por não ter postado o #DicasDeLivros ontem como eu tinha prometido, pois a internet complicou mais uma vez com a minha vida, e ontem, não tive como entrar em nada mais uma vez, compreendem. Mas já que não pude postar nem sábado e nem domingo, fica para postar hoje, em dose tripla *-------*.                                                                                   -Não me toca em mim.

Ontem eu acho que foi a maior besteira da minha vida que eu fiz, subir para a rua e festejar com os colegas;
e diante de várias pessoas apenas ver as duas pessoas mais importantes da minha vida.

E porquê não esquecer teu olhar claro e face lisa?
E porquê não esquecer seu olhar entimidador e enfraquecedor?

Desculpe o esbarro de ontem,
e desculpe por ter encarado-te.

Desculpa não ter olhado disfarçado e ter esperado mas um pouco de tempo para olhar e conferir se era você mesmo.
E desculpa não ter parado de olhar para ti enquanto pessoas estavam percebendo.

Desculpa sorrir ao te ver e me sentir uma pessoa boba e frágil...
Desculpa por ter sorrido se mais nem menos ao te ver.

Desculpa por ter pensado que nunca voltaria;
desculpa por ter pensado em nunca mais te ver.

Desculpa por ser sincero com amigos e você estando longe de mim, e eu sem poder sentir seu cheiro;
desculpa por ter contado a amigos que senti algo por ti quando te vi pela primeira vez, sem ter certeza de nada.

Desculpa por sentir algo por ti.
Desculpa por sentir algum sentimento em relação á você.

Desculpa por ser idiota.
Desculpa por ser um besta.

Desculpe-me por tudo, pois hoje não tenho coração para você.
Só para você.

E alías de uma pessoa que fez feliz desdo o começo de ano que matou meu coração tentando partí-lo para a amizade.

Desculpa ter rondado o parque tantas e tantas vezes atrás de você apenas para lembrar que era a sua pessoa mesma que estava alí;
esperando-me não estava.
E por quê não foi para os lugares festejeiros ontem?

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17- Posso te escutar.

          Escrevi esse texto baseado em uma música da linda cantora mexicana Anahí, ela se chama Te Puedo Escuchar, vejam:

    Você foi embora, sem me deixar um aviso, eu fiquei te esperando naquela noite quando você não voltou.
    Fui te buscar e descobri que não se encontrava mais no mesmo lugar, qual seria o meu destino agora?
    O destino parece ter escolhido assim, sem perguntar nada para mim, como eu iria me sentir ou como eu ficaria sem você.
    Mas sei que a sua alma sempre ficará comigo, não importa onde estejas ou onde eu estiver, sempre estaramos conectados pelo coração.

    Você era um cúmplice meu, iríamos trabalhar juntos, dormíamos juntos, nós faziamos tudo juntos.
    Mas eu sabia, e você também, que se um dia um portão se fecharia para nós mais cedo que o outro, voaríamos juntos outra vez.
   
    Sei que suas asas permanecerão comigo, não importa onde eu estiver.
    E que desde os céus você é o meu abrigo, meu lar protetor.
    Anjo divino que me acolhe, me proteje do mau.
    Sei que onde estiver estarás me guiando.
    E que com a sua voz meus dias melhoram como nunca.
    Mesmo que ela esteja bem no além, lá no fundo da porta onde seria impossível chegar, eu posso te escutar.

    Guardo na minha memória fotográfica o seu sorriso, que naqueles dias me trouxeram felicidades, fazendo eu soltar os pés do chão sem voar.
    Eu lembro de você dividindo comigo sua paz, divindo comigo seu lar, dividindo comigo tudo que fazia parte de sua vida.
    Dava tanta alegria acordar de manhã e a primeira coisa que olhava era seu rosto, seu magnífico rosto.
    Mesmo que eu tente esqueçer de tudo, quando me lembro ainda chovem lágrimas.
   
    Sei que suas asas permanecerão comigo, não importa onde eu estiver.
    E que desde os céus você é o meu abrigo, meu lar protetor.
    Anjo divino que me acolhe, me proteje do mau.
    Sei que onde estiver estarás me guiando.
    E que com a sua voz meus dias melhoram como nunca.
    Mesmo que ela esteja bem no além, lá no fundo da porta onde seria impossível chegar, eu posso te escutar.

    E em cada diário meu que escrevia, bem como em todas as páginas, seu nome estava escrito lá.
    Em cada estrofe desse texto eu sinto você recitar comigo.
    Porquê você não pode me levar logo contigo?
    Mas sei mesmo assim, que em uma madrugada, irei acordar com você novamente em minha cama, como nos filmes de ficção.
   
    Se que tus alas se quedan conmigo
    Que desde el cielo tu abrazo es mi abrigo
    Ángel divino me cuidas del mal
    Se que camino con tu compañía
    Que con tu voz se me encienden los días
    Aunque tu puerta hoy este mas allá
    Te puedo escuchar

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16- Oitenta de três anos.

Antes, pensava em você as 24hrs completas, sem nenhuma pausa, não tirava teu nome da minha cabeça.
Mas o ciúmes resultou num fim abalável.
Como sempre, não existe amizade depois de fim do amor, e nós a tentamos, sem resultado.
Como queria voltar no tempo e dizer que não gostava de você, mas você sempre implicou comigo por motivos óbvios.
E veja no que acabou, ou melhor, como acabou.
Mas não quero voltar não, sem a sua amizade por perto tenho certeza que estarei livre para tudo que vier.

Tanto tempo se passou, sete anos no total. Mas meu coração ainda bate por ti, bate inalterável.
Eu sei que ainda terei você em minhas mãos, e dessa vez nunca irei soltar.
Permanecer-me-ei seu, completamente seu.
Desejos contarei a tí.
Frases dedicarei a ti.

Veja agora, quinze anos depois, não tirando você do meu pensamento.
Penso em ti em tudo que faço.
Pois ainda é um amor tão grande indefinido e esperando por você dentro de mim.
Que a cada dia sua chama vai aumentando.
Permanecendo intacta diante de vários obstáculos, diante de vários inimigos.

Vinte e cinco anos depois, ainda espero por você, aqui, sozinho, respirando o ar que pra mim não serve.
Servia se tivesse contigo comigo, mas já que não está...

Trinta anos... Isso é muito, sim é muito.
Trinta e cinco anos, Quarenta... Cinquenta... Cinquenta e cinco.
Sessenta e cinco.

Sim, você está aqui, lendo tudo isso que deixei para você, se ainda tiver capacidade para isso.
Seus olhos devem estar lento para acompanhar o texto que escrevi durante anos...
Sim, agora estou em um mistério que não dá para desvendar, em um lugar que sempre estarei esperando por ti.

Você não sabe com te amei meu anjo.
Como olhava para trás e pensava no que eu tinha acabado de fazer.
Ah sim, como eu me humilhava para você.
Mas hoje isso faz sentido.
Tanto tempo esperei aqui.
E onde você estava?

Onde estava?
Uma peça faltava no meu coração para eu ir embora.
Mas fui sem ela.
Triste mas fui!

Pensa que morri de causas naturais?
Não.
Morri por você.
Não aguentava mais ficar velho e esperando você voltar.
Não quero contar a forma disso, mas um dia alguém entenderá que na minha vida só existia você.

Oitenta e três anos.
Oitenta e três anos vivi por você.
Oitenta e três anos era seu.
De uma forma ou de outra estou aqui te esperando tá?

Nunca se esqueça de mim.
De nossos beijos, de toda a nossa vida.

Não sei se vai um dia poder ler essa carta.
Mas ei, se conseguir, preste atenção em todas as palavras de cima.
Todas elas devem ter significado para você.

E agora, estou longe, mas estarei com você.
Te vigiarei do lugar que todos quem saber para odne vamos.

PS: TE AMO l'.

'-'

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